Don't blame Cinema for your own actions.

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This publication was also written in SPANISH and PORTUGUESE.

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New York Post

If you've also been following Cinema for a long time, it's practically impossible that you've never read (or at least heard someone talk) about people who "personify" their most horrifying ideas / desires through characters, or plots that in real life would cause a lot of damage in other people's lives (and in society as a whole). When this focus turns to Horror and / or Suspense movies, things get more intense, bringing quite negative effects, which often become permanent.

From the point of view of many people (and I can say that I'm not one of them), in general, movies with a high degree of violence are the real responsible for some punctual episodes happening around the world and disturbing minds of some people at a very high level (causing them to "freak out" and commit crimes). There's a lot wrong with that kind of thinking, because it's more than obvious that the movies aren't responsible for it (and "demonizing" them is a waste of time).

Mark Metzger (Lawyer)

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Scallywag and Vagabond

Obviously, it is not possible to deny that violent movies arouse a certain curiosity in people, but behavioral exacerbation is not a "product" that was manufactured by the movies, it is something unique to each person's mind. After watching these types of movies, those who already have some kind of predilection for this more dangerous (or tendentious) side, see opportunities like this, the chance to "exorcise" their "demons" using cinematographic references like "output". A real world ungrateful "exhaust valve".

This isn't the first time I've written on this topic, but reading the latest case on this topic (a man, in the United States, who used a Michael Myers costume to "play" at scaring people) I thought of talk and talk a little about this subject, because even with the intention of not making victims (as in this case), there is no functionality to use cinematographic references to scare people, because this will not be something well seen, bringing an extremely negative attention.

In a very simple example: Imagine that someone "flipped out" and wanted to play scare people in the middle of the street, and in order to defend themselves from the "attack", the possible victims (or even the police) react and end up killing this people? A bad outcome that could have happened to the American I mentioned above (in addition to wearing the mask, he also held a bloody knife in his hand) and as a result, the films would once again enter the sights of the most boring and conservative audiences.


No culpes el Cine por sus propias acciones.

Si también has estado siguiendo el cine durante mucho tiempo, es prácticamente imposible que nunca hayas leído (o al menos escuchado a alguien hablar) sobre personas que "personifican" sus ideas / deseos más horribles a través de personajes, o tramas que en realidad la vida causaría mucho daño en la vida de otras personas (y en la sociedad en su conjunto). Cuando este enfoque se vuelve hacia las películas de Terror y / o Suspenso, las cosas se vuelven más intensas, trayendo efectos bastante negativos, que a menudo se vuelven permanentes.

Desde el punto de vista de muchas personas (y puedo decir que yo no soy uno de ellos), en general, las películas con un alto grado de violencia son las verdaderas responsables de algunos episodios puntuales que suceden en todo el mundo y que perturban las mentes de algunos. personas a un nivel muy alto (provocando que se "asusten" y cometan delitos). Hay mucho de malo en ese tipo de pensamiento, porque es más que obvio que las películas no son responsables de ello (y "demonizarlas" es una pérdida de tiempo).

Evidentemente, no se puede negar que las películas violentas despiertan cierta curiosidad en las personas, pero la exacerbación conductual no es un "producto" fabricado por las películas, es algo único en la mente de cada persona. Después de ver este tipo de películas, quienes ya tienen algún tipo de predilección por este lado más peligroso (o tendencioso), ven oportunidades como esta, la posibilidad de "exorcizar" sus "demonios" utilizando referencias cinematográficas como "salida". Una "válvula de escape" ingrata del mundo real.

Esta no es la primera vez que escribo sobre este tema, pero al leer el caso más reciente sobre este tema (un hombre, en los Estados Unidos, que usó un disfraz de Michael Myers para "jugar" a asustar a la gente) pensé en hablar y hablar un poco sobre este tema, porque aún con la intención de no hacer víctimas (como en este caso), no hay funcionalidad para usar referencias cinematográficas para asustar a la gente, porque esto no será algo bien visto, trayendo una atención sumamente negativa.

En un ejemplo muy simple: imagina que alguien "se enloqueció" y quiso jugar a asustar a la gente en medio de la calle, y para defenderse del "ataque", las posibles víctimas (o incluso la policía) reaccionan y terminan matando a esta gente? Un mal desenlace que le pudo haber pasado al estadounidense que mencioné anteriormente (además de llevar la máscara, también sostenía un cuchillo ensangrentado en la mano) y como resultado, las películas volverían a entrar en la mira de los más aburridos y conservadores. audiencias.


Não culpe o Cinema pelos seus próprios atos.

Se você também acompanha Cinema há muito tempo, é praticamente impossível que você nunca tenha lido (ou ao menos ouvido alguém falar) sobre pessoas que "personificam" suas ideias / desejos mais horripilantes através de personagens, ou tramas que na vida real causariam muito estrago na vida de outras pessoas (e na sociedade como um todo). Quando esse foco se volta para os filmes de Horror e / ou Suspense, as coisas ficam mais intensas, trazendo efeitos bastante negativos, que muitas vezes se tornam permanentes.

No ponto de vistas de muitas pessoas (e eu posso dizer que eu não sou uma delas), de uma maneira geral, filmes com um alto grau de violência são os verdadeiros responsáveis para que alguns episódios pontuais aconteçam ao redor do mundo e perturbem as mentes de algumas pessoas em um nível muito alto (fazendo com que elas "pirem" e cometam crimes). Há muita coisa errada nesse tipo de pensamento, porque é mais do que óbvio que os filmes não são responsáveis por isso (e "demonizá-los" é uma perda de tempo).

Obviamente, não é possível negar que filmes violentos despertam uma certa curiosidade nas pessoas, mas a exarcebação comportamental não é um "produto" que foi fabricado pelos filmes, sendo algo exclusivo da mente de cada pessoa. Após assistir esses tipos de filmes, quem já tem algum tipo de predileção para esse lado mais perigoso (ou tendencioso), vê em oportunidades como essa, a chance de "exorcisar" seus "demônios" utilizando referências cinematográficas como "saída". Uma ingrata "válvula de escape" do mundo real.

Essa não é a primeira vez que eu escrevo sobre esse assunto, mas ao ler o caso mais recente sobre esse tema (um rapaz, nos Estados Unidos, que usou uma fantasia do Michael Myers para "brincar" de assustar as pessoas) eu pensei em falar e conversar um pouco sobre esse assunto, porque mesmo com a intenção de não fazer vítimas (como neste caso), não tem nenhuma funcionalidade usar referências cinematográficas para assustar as pessoas, porque isso não será algo bem visto, trazendo uma atenção extremamente negativa.

Em um exemplo bem simples: Imagine que alguém "surtou" e quis brincar de assustar as pessoas no meio da rua, e com o objetivo de se defender do "ataque", as possíveis vítimas (ou até mesmo a polícia) reagem acabam matando essa pessoa? Um péssimo desfecho que poderia ter acontecido com o americano ao qual eu mencionei acima (além de usar a máscara, ele também segurava uma faca ensanguentada na mão) e por consequência, os filmes entrariam mais uma vez na mira dos públicos mais chatos e conservadores.



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3 comments
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Igual quando tentam culpar os jogos por algo assim

Uma pessoa perturbada já tem vários motivos por aí para que ela cometa um crime ou algo assim. Ela pode se inspirar num filme, num jogo ou o que for. Mas não que isso fez ela fazer. Ela apenas pegou algo que estava ali e usou. Igual também nos exemplos de desarmamento. Uma pessoa que tem intenção de matar, irá matar e não importa o que ela tiver.

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Pois é!

Esse tipo de transferência de culpa trás prejuízos enormes para quem na verdade não tem culpa de nada.

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